domingo, 22 de fevereiro de 2009

A natureza é aquele lugar da paz, do som da chuva e do canto dos pássaros, minha casa e refúgio dos meus medos. Nesse lugarzinho tão grande, do vento molhado que sussurra nos meus ouvidos, a cegueira, mãe da visão, é só fato da tua existência. Caído ao pé da figueira, o sol me contava histórias de um presente que só ele via e que só a lua sentia sem mais nada poder fazer por nós. Mesmo assim, na teimosia da formiga, a comida do futuro vai alimentando o coração e reinventando a cada dia o amor.

Por vida e por céus, súplicas e promessas, jamais faltem com a verdade.

2 comentários:

A Rosa disse...

Sempre distante sem embaraçar porém sempre aqui, suas prosas são deliciosas. É, e em todo tempo partir do princípio de nunca faltar com a verdade. Abraço.

Anônimo disse...

Seria bom que ninguem nunca faltasse com a verdade. Tantos corações seriam poupados.